https://periodicos.ufsm.br/balduinia/issue/feed Balduinia 2022-08-20T17:14:13-03:00 Leonardo Paz Deble deble.biol@gmail.com Open Journal Systems <p style="text-align: justify;"><span lang="PT-BR">O periódico </span><strong>Balduinia </strong>foi concebido em 2004, inicialmente como “Boletim” do Herbário do Departamento de Ciências Florestais da Universidade Federal de Santa Maria e seu primeiro número veio a lume em janeiro de 2005. A partir do terceiro número, por exigência de registro junto ao ISSN, o periódico passou à categoria de “Revista”. </p> <p style="text-align: justify;">ISSN 2358-1980</p> https://periodicos.ufsm.br/balduinia/article/view/71432 Editorial 2022-08-20T14:52:32-03:00 Leonardo Paz Deble deble.biol@gmail.com 2022-08-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Balduinia https://periodicos.ufsm.br/balduinia/article/view/71123 Notes on some poorly-known or neglected species of the genera Beauverdia and Nothoscordum (Amaryllidaceae) 2022-07-25T15:34:29-03:00 Leonardo Paz Deble deble.biol@gmail.com <p>Neste estudo são propostas novidades para táxons pertencentes aos gêneros Beauverdia e Nothoscordum que possuem inflorescência solitária. Todos os táxons estudados ocorrem na eco-região dos Campos, principalmente no Uruguai e arredores. Beauverdia Sellowiana é reconhecida como sinônimo de Beauverdia hirtella. Beauverdia Felipponei é reabilitada da sinonímia de B. Sellowiana, sendo proposto um lectótipo para esta espécie. Beauverdia subsessilis é reconhecida como espécie distinta de B. hirtella e Nothoscordum Izaguirreae é adicionado a sua sinonímia. Nothoscordum Ostenii é estabelecido como espécie válida, sendo adicionado a flora Brasileira e Argentina, sendo Nothoscordum luteominus adicionado a sua sinonímia. Todas as espécies listadas são descritas e ilustradas, sendo inferida informações sobre distribuição geográfica, habitat e relações taxonômicas.</p> 2022-08-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Balduinia https://periodicos.ufsm.br/balduinia/article/view/71427 Contribuição da Agricultura Familiar para a sustentabilidade do Bioma Pampa: revisão integrativa de literatura 2022-08-20T01:01:26-03:00 Aline Neutzling Brum alinebrum@unipampa.edu.br Algacir José Rigon algacirrigon@unipampa.edu.br Alexandre Antunes Brum doctoralexbrum@gmail.com <p>Para o desenvolvimento sustentável do bioma Pampa, tem se observado que a principal<br>ameaça à biodiversidade resulta das atividades que dependem da supressão da vegetação nativa,<br>como a agricultura. Os sistemas produtivos familiares, embora seu discreto destaque no local, são<br>de grande relevância à promoção da sustentabilidade, devido à resiliência, diversificação produtiva<br>e oferta de produtos de alta qualidade e valor agregado. Assim, o objetivo desse artigo foi apresentar<br>uma revisão de literatura que contemple o tema referente à contribuição da agricultura familiar para<br>a sustentabilidade do bioma Pampa. O resultado dessa revisão demonstrou a importância da agricultura<br>familiar para a sustentabilidade do bioma Pampa e que estudos científicos precisam considerar o<br>desenvolvimento sustentável em sua integralidade e evidenciar a participação da agricultura familiar<br>também enquanto ator social, econômico e político do campo, com intenção de subsidiar políticas<br>públicas sustentáveis de desenvolvimento para o bioma Pampa.</p> 2022-08-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Balduinia https://periodicos.ufsm.br/balduinia/article/view/71429 Anatomia foliar de duas espécies de Phalocallis Herbert (Iridaceae) 2022-08-20T14:34:07-03:00 Sidinei Rodrigues dos Santos sthurt.bio@gmail.com Leonardo Paz Deble deble.biol@gmail.com <p>ocorrência natural no Brasil. As características anatômicas observadas estão dentro das possibilidades estruturais da tribo Tigridieae e família Iridaceae. Tanto a identificação das espécies quanto o reconhecimento do gênero e sua separação da maioria dos demais integrantes nativos de Tigridieae mostraram-se possíveis. Para o reconhecimento do gênero, destacam-se as seguintes características: folhas plicadas, ocorrência de grande quantidade de esclerênquima lignificado no interior das nervuras de maior calibre e ausência de fibras deslignificadas na extremidade das folhas. Para a separação das espécies, salienta-se a forma e orientação das células parenquimáticas, a presença ou não de fibras lignificadas no lado do xilema das grandes nervuras, bem como a quantidade de pequenos feixes vasculares existente entre eles.</p> 2022-08-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Balduinia